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Sobre Caatinga e Caatingueiros Parte 1/6

Sobre Caatinga e Caatingueiros Parte 2/6

Sobre Caatinga e Caatingueiros Parte 3/6

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Sobre Caatinga e Caatingueiros Parte 5/6

Sobre Caatinga e Caatingueiros Parte 6/6
BiografiaEsmeraldo Lopes

Esmeraldo Lopes, Curaçá - BA -,1954. Bacharelado: Ciências Políticas e Sociais, pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1977 a 1981); mestrado em Sociologia pela UFPE (2004). Escrevi "Vozes do Mato", 1992;, "Opara - Formação Histórica e Social do Submédio São Francisco" 1997; "Caminhos de Curaçá", 2000; "Até Aonde a Memória Alcança: um estudo sobre caatingueiros e beiradeiros no submédio do Vale do São Francisco", dissertação de mestrado, 2004. Sou professor e com essa atividade ganho a vida, mas não estimo a categoria, pois acho que entre todos aqueles que ocupam o espaço de professor, 90% não o são, apenas têm emprego como professor. Embora goste da minha formação, fico triste em ver tantos pedantes, cujo único fim é se darem bem na vida, usando o título de sociólogo. Para mim o sociólogo é, antes e acima de tudo, um profissional-militante, e aqueles que fazem da sociologia um espaço puramente profissional cheiram a mercenarismo. Ética profissional: uma expressão utilizada para proteger safadeza e vagabundagem. Sou da Bahia, mas não sou baiano. Fumo, bebo e não tenho medo de ter preconceito, pois acho que só não tem preconceito quem não é humano; não tenho medo de julgar e, embora não goste dos julgamentos dos outros, acho que os outros têm direito a julgamento. Se lamento pelas merdas que já fiz, lamento ainda mais pelas que ainda farei. Participei, como base, da fundação do PT e hoje odeio esse partido, principalmente o analfabeto sem dedo, por encarnar a traição de um sonho. Não sou candidato a ser politicamente correto e acho que os defensores dessa posição, em verdade, não são mais que um bando de covardes e irresponsáveis que têm medo de se expor. Para mim, os discursos das chamadas minorias,tais quais estão postos, sejam elas sexuais, raciais, religiosas, etc., são declarações de ressentimento e incapacidade. Bem olhado, o sonho que se camuflam nesses discursos é o da aniquilação das diferenças. Para mim só os loucos, as crianças, os imbecis e os otários são capazes da felicidade. Vida: delírio que preenche o espaço entre o nascimento e a morte. Nascemos só, vivemos só, morreremos só. A condição humana é a solidão. Os rótulos que já me deram e que tomei conhecimento: radical, tarado, doido, inconsequente, inconveniente... Resolvi, então, me oferecer um rótulo mais simpático: anarquista reacionário e sem causa.

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