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Esmeraldo Lopes

Esmeraldo Lopes



Documento originalmente escrito em apoio à iniciativa do Vereador Osinaldo, de Petrolina PE



Fui professor do ensino médio e do ensino superior, por 30 anos, inclusive com larga atuação em Petrolina – 1982 a 2009. E, por isso, posso falar. Nos últimos tempos as escolas foram transformadas em campos de doutrinação ideológica de incautos. Na concretização dessa doutrinação, professores, na verdade, impostores, pseudoprofessores, utilizam seus cargos e ocupam os horários destinados às aulas para impor aos estudantes visão e aceitação de pensamento e práticas de esquerda; pontos de vista de minorias e refutação de tudo o que julgam politicamente correto, adequado, justo, verdadeiro. Transformam-se assim em messias de verdades inabaláveis, defensores do universo, soldados do pensamento único, não obstante tragam molhados com suas salivas as expressões: liberdade de expressão, liberdade democrática, pluralidade de ideias. Os estudantes que reagem recusando e questionam a prática e os dizeres desses pseudoprofessores, desses impostores, são, ora sub-repticiamente ora abruptamente, discriminados, ridicularizados, menorizados, escanteados, até reprovados e não encontram nem respeito e nem espaço para o seu existir autônomo. E para se verem livres desses ataques, esses estudantes calam, fingem concordância verbal ou por escrito, em discussões, provas e trabalhos individuais e em grupo. E assim reproduzem piado por piado o piado do impostor, do pseudoprofessor, - que no meu ponto de vista não passa de um tipo de estuprador de mentes, tipo de ser abjeto, mais canalha entre os canalhas. E todo o proceder desses estupradores de mentes, desses pseudoprofessores se desenrola às claras, à vista de diretores, ao alcance dos ouvidos e dos olhos de coordenadores e dos membros daquilo que deveria ser corpo pedagógico – todos cúmplices, omissos, também pseudos, incorrentes na mesma modalidade de estupro, de crime. Os pseudoprofessores, não obedecem aos programas, impõem conteúdos e material pedagógico completamente inapropriados - por serem doutrinários - e nem de longe atentam para a adoção de práticas disciplinares, para o desenvolvimento intelectual e  cultivo da autonomia dos estudantes. E tudo isso em nome de uma rotulada ‘consciência crítica”, que no entender deles alcança plenitude quando os estudantes aprendem a piar o piado que eles, os pseudopressores, piam. E mais grave: agora deram para combater os valores que fundam a família, o cristianismo, a sociedade judaico-cristã, enfim, a sociedade ocidental. E para completar, querem impor a ideologia de gênero nas escolas e obrigar a todos os estudantes a concordarem com práticas homossexuais, bissexuais..., aceita-las e também as vivenciarem.



30/06-18


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