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ENEGRECIMENTO DO BRASIL: A MAGIA DOS CANALHAS
Esmeraldo Lopes

                                                                                  Esmeraldo Lopes

Movimentos negros, negristas de todos os tipos, gritando enobrecimento da “raça negra”, coroando-se com uns tais “negro é lindo”, “orgulho de ser negro”, “100%  negro”, “mamãe África”, “Brasil negro”..., e outras idiotices a mais. Mas, ao verificarem as estatísticas, decepção. A realidade colocando sua importância numérica ao redor dos 7% da população brasileira. E o cavucar de ideias para calçar suas proclamações. Mas colonizado mental possui pensamento com alto grau de subnutrição.  E, por assim ser, idólatras da negritude, mirando-se com ver dos racistas negros americanos, arejando as ideias na trilha da “regra de uma gota” de sangue, embebendo-se com ela. A “regra de uma gota” de sangue germinada no seio dos supremacistas brancos americanos. Por ela, brancos, seres superiores. E para resguardarem a “supremacia da raça”, necessário a pureza do sangue, não permitir contaminação, precaver-se, condenar qualquer tipo de relação que possa pô-la em perigo. Por essa regra, por muito que a aparência de uma pessoa denote branquitude, se ela tiver tido uma ascendente não branco, ainda que na distância de muito e muito tempo, enquadrado na classificação de ser impuro, negro.  O por isso segregacionismo total, classificar “impuros” como seres degradados na iguala de lixo podre. Cruel? Cruel! Pois negros americanos, como bons colonizados, se deixaram mutilar culturalmente e copiaram de seus discriminadores, de seus degradadores, a “regra de uma gota” para se fazerem reverso do supremacismo branca. Pariram o supremacismo negro, alimentando-se com o mesmo pensar, só que invertido. E, de parte a parte, cultivo de ódio, incompatibilidades, segregacionismo. Lutas e lutas intermináveis eclodindo nas ruas, nos escritórios, nas escolas, nos bares...

Diante da constatação da insignificância numérica dos negros no conjunto da população brasileira, movimentos negros, tomaram, para empreendimento de magia, a “regra de uma gota” de sangue criada pelos supremacistas brancos americanos. E por essa magia enegrecer a população brasileira através da força de lei. Movimentos negros se apoiando nos esquerdos, ludibriando parlamentares irresponsáveis, e ganhando a benção do canalha presidencial, forjaram um instrumento do mais alto e puro racismo, denominado Estatuto da Igualdade Racial. E com uma frase, com apenas uma frase, tentam apagar todo o transcorrer da história do Brasil e brasilidade, pois fazendo imitação grosseira dos negros americanos, passaram a se autodesignar afrodescendentes; e com essa mesma frase, tentam negar e eliminar a história e a autoidentidade das pessoas que se definem como pardas, cabocas e mestiças de todos os matizes e enquadram-nas como negras, ao arrepio de seu querer, de seu auto se ver. A frase da magia: “Para efeito deste Estatuto, considera-se população negra: o bconjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas”. Eis aí a aplicação da “regra de uma gota” de sangue para enegrecer a cacete 46,8% da população brasileira, para criar a falsa imagem do Brasil como a maior nação negra do mundo. E assim os insignificantes numéricos, hoje, representando apenas 8,2% da população brasileira criam falsa imagem de maioria. Mas a canalhice não para aí. Movimentos negros, montados na argumentação de que negros são prevalecentes na população, reivindicaram a criação de uma lei de cotas, reclamando 50% das vagas em escolas públicas, 20% das vagas no serviço público. Mas mestiços sufocando-os quantitativamente. Resposta: criaram o negrismo. Pelos critérios do negrismo, cotas apenas para as pessoas que possuem pele retinta, cabelos engrunhados, dentes brancos..., ou seja, pardos, mestiços exclusos, colocados na vala da inexistência. E movimentos negros, negristas, não param. Dizem que a miscigenação assassinou negros aos milhões. E gritam histéricos: “Miscigenação é genocídio!”. E dizem que a massa de pardos, mulatos, cabocos, mestiços em geral, são filhos de estupro. E classificam negros em relacionamento com não negros como traidores; e dizem que relacionamento de não negro com negra é estupro. E, seguindo o mesmo rosário de teorias raciais, propugnam pela pureza da “raça negra”. E classificam pardos, mulatos, cabocos... todos os mestiços como inferiores, impuros, periféricos, subgente. Inimigo central, brancos. Sobre eles todo o seu despejar de ódio, todo o carrego e ressentimento. E acusam-nos por todo o tipo de infortúnio, pelas adversidades que enfrentam e muitos rugem os mais abjetos desejos contra eles. E ensaiam a reinscrição de página odienta, perigosa e desastrosa pintada com as cores do mais puro e vil racismo.

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