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INIMIGOS SUTIS DO BRASIL
Esmeraldo Lopes

Esmeraldo Lopes

Os inimigos sutis do Brasil falam português, possuem os mesmos documentos que nós, nasceram aqui, mas não são brasileiros. São simplesmente nascidos no Brasil. Repudiam a noção de pátria, consideram criminosa, anti-humana, qualquer ação em defesa da nação, todo apego à cultura e aos valores nacionais. E quando questionamos suas posições, quando confrontamos atos que praticam, utilizam-se dos direitos conferidos pela cidadania brasileira, para tentar nos calar. Pongam no púlpito das igrejas, disfarçados como líderes religiosos; abancam-se nos jornais, em emissoras de rádios, de televisão como jornalistas; camuflam-se nas salas de aula, nos hospitais, como professores, como médicos. Em unníssono de atos e palavras, avançam sobre adultos, sobre crianças, sobre adolescentes para colonizá-los. Aproveitando-se do descuido, da ingenuidade, da boa fé, da ignorância do povo, ludibriam-o sorrindo-lhe com promessas salvacionistas, ofertando-lhe adjutórios miúdos, empreendimentos de obra qualquer, esmola embrulhada com a capa de justiça social, de política pública. E se fazem cabos-eleitorais, militantes, vereadores, prefeitos, deputados, governadores, presidentes. Depois criam leis que nos cerceiam, e as nos impõem tornando-nos criminosos por nosso pensar, por nosso agir, por nosso querer e, principalmente, por nosso não querer. Intentam esvaziar-nos, retirar-nos de nós. Definem o que é certo, o que é errado, o que somos e como devemos ser. E despejam sobre nossos filhos, sobre nós mesmos, o seu pensar, o seu acreditar, o seu querer. Creem-se iluminados, portadores e mensageiros de verdades absolutas, guias da humanidade. Humanidade... seu deus, acima de qualquer deus que porventura diga ter.

Os inimigos sutis do Brasil defendem a abertura de nosso país a todos os povos, sem barreira ou limite qualquer; trabalham para tornar lei, a ideia de que qualquer estrangeiro que chegue ao nosso país tenha o mesmo direito que nós e seja tratado como brasileiro; querem tornar crime a simples manifestação de descontentamento contra essas proposições ou contra a aceitação do imiscuir-se de estrangeiro nos assuntos de nosso país; defendem como sendo nosso dever agachar-nos diante do islamismo, religião da intolerância, que combate todas as outras religiões e impõe conversão obrigatória todos  e liquida as bases de nossos gostos, de nossos  modos, de nossa cultura, de nossas tradições, de nossas vidas.

Os inimigos sutis do Brasil dizem que os pais não têm direito aos filhos, pois estes pertencem ao Estado. Para eles, a formação moral, cultural, educacional, os costumes... são atribuições do Estado e que os pais têm apenas que aceitar e cumprir aquilo que é definido, pois são moralmente baixos, subnutridos culturais, desqualificados, doutrinadores, estúpidos.

Os inimigos do Brasil não aceitam que sejamos um povo miscigenado, com população mestiça. Declaram-no multiétnico. E assim, no lugar da ideia de povo brasileiro, afrodescendente, euro descendente, índio e escambau. E declaram que não existe mestiço Abominam o termo pardo e condenam quem se identifica desse modo. Mugem que todo pardo é negro. Condenam os brancos, culpando-os por todas os inglórios do país. E plantam ressentimento, ódio e racismo desabrido e odiento em todas as esferas sociais.

Os inimigos sutis do Brasil, na sua obra de destruição do país, apegam-se ao conceito de minoria. E com ele plantam a engenharia da desgraça, dividindo nosso povo por traços raciais, por situação etária, sexual, de origem, religiosa... E criam um rosário sem fim de grupos que se subdividem, e não se entendem e se chocam e se repelem. E tudo isso fabricado em um laboratório vilipendioso formatador de imbecis, de débeis mentais chamado “coletivo”.

Os inimigos sutis do Brasil criam legislação que coloca maridos contra esposas, esposas contra maridos; filhos contra pais, pais contra filhos. E todos se desconfiando, temendo-se.

Os inimigos sutis do Brasil agravaram a situação educacional do país através de legislação, de métodos pedagógicos, de conteúdos e de procedimentos que toleram e estimulam a lassidão, a irresponsabilidade, a indisciplina, premiam a preguiça e dignifica a incompetência de diretores, de coordenadores, de professores, de estudantes.

Os inimigos sutis do Brasil condenam o aprisionamento de criminosos, consideram-nos vítimas da sociedade e reconhecem como legítimas as ações bandidas praticadas por eles.

Os inimigos sutis do Brasil estabelecem leis rígidas contra os cidadãos, criminalizam suas opiniões, pensamentos, sentimentos, modos e lhes cerceam o direito de defesa, desarmando-os e os deixando desprotegidos.

Os inimigos sutis do Brasil consideram retrógrada a defesa da soberania nacional e apregoam como sendo padrão de decência, de civilidade, a submissão total, completa, absoluta, do povo brasileiro, de nosso Estado, aos ditames da ONU, da OEA, e de seus organismos.

Os inimigos sutis do Brasil intentam internacionalizar o nosso território e abrem as portas de nosso país a organizações não governamentais estrangeiras e criam organizações não governamentais, aqui dentro, para defender bandeiras que nos levam à internacionalização. E inscritos nessas bandeiras dizeres defendendo direitos humanos, combate ao ódio, à intolerância, à xenofobia, à homofobia, defesa intransigente da diversidade, da pluralidade. E tudo que não estiver no correr de seus dizeres, e todos que defendendo ideias, ações, tendo posições, em discordância com suas vontades, crime, incitação ao ódio, intolerância, racista, golpista, homofóbico, xenófobo, ser abjeto que deve ser enviado aos porões e cassado da condição de ser humano.

Os inimigos sutis do Brasil querem, exigem, reclamam, a sua, a nossa, submissão. Querem-nos rebanho, mortos, sem ser dentro de corpo sem alma, sem pátria, indistintos, passivos.

Por nossa nação, por nossas crianças, por nós, identifiquemos e confrontemos os inimigos sutis do Brasil, sem obediência a fronteira de lugar, de horário.

28-12-18

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