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CAVALO DE TRÓIA ISLÂMICO
Esmeraldo Lopes

          

O islamismo é cama de intolerância máxima. E essa intolerância vai do significado da palavra islã, que é submissão, até as proclamações e incitações de guerra santa contra infiéis. Infiéis: todos os que não são muçulmanos. Essa, sentença fonte de ódio, incremento de luta mortal contra todos os que não abracem o Islã. Inspirada em uma doutrina bruta, tosca, lastimável. Ensinamento desgraçado: “... Alá: aqueles que estão verdadeiramente com ele serão severos com os infiéis”. Chibatada, decepação, decaptação, enforcamento, apedrejamento... recursos pedagógicos frequentemente utilizados onde predomina, plantando terror, semeando pânico. E onde predomina, perseguição inclemente a cristãos, a ateus, a ciganos... a quem quer que possua doutrina outra ou adote posturas que não se ajeitem na cor do som dos mandamentos do Alcorão.  Como pode ser comprovado o dito aqui? Fácil, observe o que ocorre no Irã, o que sucede com quem exponha uma Bíblia ou um crucifixo no Arábia Saudita, faça pregação não islâmica no Iraque ou no Paquistão, questione o islamismo na Indonésia. Veja a situação dos não islâmicos no Egito, observe o que está sendo preparado na Turquia... Não é preciso ir longe e nem observar a situação onde o islamismo predomina. Basta por olho no comportamento dos muçulmanos que habitam outros países. Nesses países, fecham-se em si e condenam o comportamento, o modo de vida da população nacional, recusam-se a aceitar, a respeitar os valores dela. Intentam impor sua crença, seus costumes para enquadrar os nativos, e depois disso tudo, vestem a máscara de vítima e alegam que não estão sendo respeitados, que não estão sendo acolhidos. No Brasil, isso não? Como não! É que aqui ainda não são tão muitos. Mas veja a ousadia! Mesmo sem possuírem expressão numérica, já se meteram a querer impedir manifestação de brasileiros, como ocorreu recentemente em São Paulo, e já deram início à plantação do jihadismo na versão estado islâmico, lembram não? E as mesquitas vão sendo brotadas, e líderes religiosos islâmicos encontram espaço em meios de comunicação para se proclamarem campeões do pacifismo, de tolerância, de convivência harmônica com as diferentes manifestações culturais. Pura lorota. Lorota canalha. E vão engabelando otários afirmando que são a favor da emancipação das mulheres, e aceitam participar em cultos ecumênicos... Você conhece algum ato de religiosos islâmicos condenando a situação a que as mulheres são submetidas nos lugares onde a doutrina deles se fez lei? Posicionando-se contra a sharia (lei islâmica) ou contra os apedrejamentos de adúlteras ou contra o enforcamento ou lançamento de homossexuais das alturas para a morte? Contra a condenação à morte de mulheres que mataram ao se defenderem de estupradores? Hem? Qual é o nome dos líderes e quais são os movimentos religiosos islâmicos que condenam os ataques oficiais do Irã, da Arábia Saudita... aos que não são muçulmanos?

Os líderes islâmicos, os muçulmanos no Brasil, na Europa, no mundo ocidental, agasalham-se debaixo da coberta do pensamento liberal, amparam-se nas constituições professantes da liberdade de culto. Liberdade de culto que, bem visto, condenam, no escondido do pensamento, na prática e na doutrina. Pois bem. Passou da hora do Brasil e de todos os países do mundo ocidental efetuarem, em breve tempo, curta modificação em suas constituições, mantendo o “sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos”, entretanto, acrescentando uma frase: com exceção do islamismo, dado seu caráter intolerante e beligerante. E que as mesquitas sejam fechadas. Mas isso não vai acontecer.

A civilização ocidental cegou-se. Cegou-se por se agarrar fanaticamente às convicções de um cristianismo, de um humanismo suicida. Um tipo de suicida homicida, pois a vítima se transforma em protagonista de seu assassinato, embalado pelo suspiro de afeto, pela condescendência com o assassino. A oração da civilização ocidental no compasso do “repudiemos a xenofobia”, “venham todos”, “não discriminemos”, “somos todos irmãos”, “vivamos a paz”, “toleremos”, “cultivemos a diversidade cultural”, “por um mundo sem fronteiras”... Enquanto no Ocidente esse estado de espírito, estampidos com cheiro de pólvora no Iraque, na Síria, na Líbia..., consequência de entrechoques por desentendimentos internos, por ataques externos. Sangue fazendo caminhos pelos chãos, edificações em arruinamento, gritos ornando horrores, noites insones, dias incendiados. Guerra sem fronteira e onde todo lugar é uma trincheira. Desabrigamento geral. Desesperados batendo em retirada. As estradas em sinfonia de milhares de pés pisando em agonia, estabanadamente; crianças famintas, sonolentas, gélidas, chorando o socorro de seus pais, e os pais na dor da impotência, irrigando com afagos sofridos o sofrimento dos filhos; velhos cansando se depositando nos caminhos, para colheita da morte; oportunistas saqueando parceiros incautos... As distâncias, o frio, a fome, o cansaço, o não saber o quê... Os valores destroçados, dignidade esfarrapada.  E os que tomaram o caminho do mar? As ondas balançando as geringonças navegantes atulhadas de gente, e a gente, em suspenso de espírito, olhando, forçando esperança no escuro da noite, no escuro do claridade solar... O céu, o infinito, o mar.

Ocidentais em acompanhamento do drama, solidarizando-se com clamor do coração, apiedando-se das personagens da tragédia, concordando com oferta de acolhimento. E as personagens da tragédia tendo apenas o corpo como bagagem, mas corpo humano abrigo de ser.  O ser, muçulmano. E o ser muçulmano se recompondo, procurando-se na calmaria da tragédia. Recomposição apoiada pela cultura dos anfitriões, adjutorada, assegurada sob a forma de direito, pela lei. As mesquitas se enchendo, espraiando-se. Os líderes islâmicos orientando, conduzindo a todos para o bem ver da ameaça representada pelos infiéis. E os diabos em cada esquina, em cada sorriso de mulher, em cada bermuda, em cada minissaia, em cada Cristo crucificado, em cada cúpula de igreja, circulando pelas ruas, fazendo-se imagem e voz na tela da televisão, grafado na escrita de ateu, dançando ao som de musica rock... O tilintar surdo do Alcorão protestando nas profundas dos ouvidos: “insubordinação contra os infiéis! Guerra aos infiéis!” Não há por onde não ser: islamismo, berço, leito, pousada de jihadista. A semente de uma guerra sem fronteira, tendo toda casa como trincheira, cruenta, sanguinária, odiosa, impiedosa no nosso mundo. E talvez, no calor dessa refrega, alguns ocidentais ainda assim se neguem, por fidelidade às convicções iluministas, aos ensinamentos do cristianismo, a entender que o islamismo é incompatível total com a nossa civilização.

03-06-17

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