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Sobre Caatinga e Caatingueiros Parte 1/6

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ContosEsmeraldo Lopes
FOI
Esmeraldo Lopes

Quando ele foi encontrado ainda se bulia, mas não falava mais. Morreu logo, logo. Não Deu tempo nem de todo mundo chegar, mas teve vela na mão.
Há dias ele andava inzonado, coisa de paixão por mulher. Não tinha sossego, só em um converseiro danado. Terminou nisso. Ele estava sozinho em casa, aí apareceu um sapo. Um sapo com a boca, com os olhos... com tudo costurado. O sapo ficou por ali, olhando pra ele. Ele olhou o sapo e ouviu uma voz vinda do mato que disse: “Oséias, beba soda! Oséias, beba soda!” A voz ficou só dizendo assim, assim... agourando a morte. Ele se encabulou com aquilo e aumentou a contrariação ainda mais. O juízo se agoniou, deu uma tremedeira e se desesperou, sem alegria de vida. Daí a pouco o sapo ficou pulando na frente dele e a voz falou de novo: “Oséias, beba soda, você deve morrer hoje!” Atulemado, sem juízo funcionando direito, fez o que o sapo agourou. Ninguém viu o sapo, só ele. Deu nisso: se matou. Cruz em credo! Coitado...

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